O que é GLO? O que significa POP? Qual a diferença entre vigilante orgânico e terceirizado? Termos, siglas e cargos explicados de forma simples, com base na legislação vigente.
Lei federal que reorganizou toda a regulamentação da segurança privada no Brasil, substituindo a antiga Lei 7.102/83. É a base legal por trás de quase tudo que mudou no setor a partir de 2026.
Leia o artigo completo →Decreto que regulamenta o Estatuto da Segurança Privada, detalhando na prática as exigências para empresas, cargos, capital mínimo e formação profissional.
Leia o artigo completo →Portaria da Polícia Federal que endureceu as regras dos cursos de formação, reciclagem e capacitação de vigilantes — incluindo exigência de escolaridade e fiscalização das aulas práticas.
Leia o artigo completo →Valor mínimo de capital que uma empresa de segurança privada precisa ter registrado para funcionar legalmente, variando conforme o segmento (vigilância patrimonial, transporte de valores, eventos).
Leia o artigo completo →Profissional que atua na segurança privada sem o registro, formação ou autorização exigidos pela Polícia Federal — inclui o famoso "bico" na portaria, hoje mais fiscalizado.
Leia o artigo completo →Aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados às rotinas de portaria e controle de acesso — como registro de visitantes, foto de documento e grupos de WhatsApp de condomínio.
Leia o artigo completo →Documento que credencia formalmente gestores e supervisores do setor perante a Polícia Federal, atestando qualificação para a função.
Leia o artigo completo →Vigilante contratado diretamente pela empresa ou condomínio onde atua, em vez de ser terceirizado por uma empresa de segurança — tem regras próprias de autorização junto à PF.
Leia o artigo completo →Profissional que gerencia serviços gerais de uma instalação (limpeza, manutenção, portaria) — cargo com atribuições diferentes do supervisor de segurança, tema de confusão frequente.
Leia o artigo completo →Cargo criado pelo Decreto 13.012/2026 para quem lidera equipes de operadores de centrais de monitoramento por câmeras.
Leia o artigo completo →Profissional habilitado para operar centrais de CFTV e sistemas eletrônicos de segurança, com curso específico exigido pela Polícia Federal.
Leia o artigo completo →Termo usado por algumas empresas para o profissional de vigilância que, tecnicamente, não é a mesma categoria do vigilante formado — a diferença tem peso legal e trabalhista.
Leia o artigo completo →Cargo de liderança responsável pela operação de segurança de uma empresa ou contrato, com exigências específicas de qualificação trazidas pelo novo estatuto.
Leia o artigo completo →Regime de trabalho em que o profissional trabalha 12 horas seguidas e folga nas 36 horas seguintes — o mais comum na vigilância patrimonial.
Leia o artigo completo →Rotina de verificação visível do perímetro de um posto ou instalação, feita para prevenir e detectar ocorrências antes que elas aconteçam.
Leia o artigo completo →Registro formal e cronológico de tudo que acontece durante o plantão — usado como prova em casos jurídicos, disciplinares e investigações internas.
Leia o artigo completo →Momento de transição entre um turno e outro, onde o vigilante repassa informações relevantes ao colega que assume o posto.
Leia o artigo completo →Sigla para Circuito Fechado de Televisão — sistema de câmeras de monitoramento usado para vigilância eletrônica de um local.
Leia o artigo completo →Modelo em que o controle de acesso de um condomínio ou empresa é feito à distância, por uma central, em vez de um porteiro físico no local.
Leia o artigo completo →Autorização legal, vinculada ao exercício da função, que permite ao vigilante portar arma de fogo em determinadas condições — não é automática nem vale fora do serviço em qualquer situação.
Leia o artigo completo →Distinção legal entre o uniforme de identificação do vigilante e a farda, privativa das Forças Armadas e forças policiais — usar farda pode comprometer o registro do profissional.
Leia o artigo completo →Documento que descreve, passo a passo, como uma tarefa ou rotina deve ser executada em um posto de trabalho — a base de qualquer operação bem estruturada.
Emprego das Forças Armadas em ações de segurança pública, em caráter excepcional, por determinação do Presidente da República. Não deve ser confundido com segurança privada — são regimes jurídicos completamente diferentes.
Mecanismo previsto no art. 483 da CLT que permite ao empregado encerrar o contrato por falta grave do empregador, com direito às mesmas verbas de uma demissão sem justa causa.
Leia o artigo completo →Pagamento em dobro previsto no art. 137 da CLT quando o empregado é convocado a trabalhar durante o período de férias já concedido.
Leia o artigo completo →Acordo negociado entre o sindicato da categoria e o das empresas, que define piso salarial, benefícios e condições específicas para vigilantes e supervisores.
Leia o artigo completo →Direito básico à saúde e dignidade no trabalho, incluindo necessidades como uso do banheiro, mesmo em posto de plantão prolongado ou solo.
Leia o artigo completo →O glossário explica o que cada termo significa. Os cursos ensinam a aplicar isso no seu dia a dia de posto ou de liderança.
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